#Setembro: O que teve de bão?

- 01 outubro 2017 -
Setembro foi um mês glorioso, o mês das férias... ahhh as férias, o mês que eu fui para São Paulo... ahhh São Paulo, mas também foi o mês das provas... ahhhh as provas e o mês dos parentes em casa ... insira aqui um emoticon de sua preferência :O, e claro, como eu poderia esquecer, também foi o mês de Bon Jovi! BON JOVI BRASIL!!

Assistindo: Tenho fé que um dia eu vou terminar a saga do Inuyasha, sim eu acredito nisso, acreditem comigo também, vamos acreditar juntos.

Filmes: De bom eu assisti Edward mãos de tesoura, revivendo uma fase (muito boa) da minha infância E da sessão da tarde, sdds sessão da tarde, finalmente assisti fragmentado e MINHANOSSA como faz para superar aquele filme? Não tô conseguindo! Assisti também desejo e reparação e tô mals com aquele fim :´(

Lendo: Acho que eu fiquei um pouco traumatizada, desanimada com o livro menina má ~especulações~ e eu desisti (mas um dia eu volto, tá?) em compensação eu li jantar secreto e MANO DO CÉU estou traumatizada, enojada, mas maravilhada, quero mais! Só não quero mais comer carne hahahaha. Leia aqui o resumo do livro.

Ouvindo: Queen na minha vida para sempre e Bon Jovi por motivos de fomos no show e não estamos sabendo superar o que foi aquele show. Sérioooo

IT'S MY LIFE

Vida pós BEDA

- 11 setembro 2017 -
Daí que o BEDA acabou, eu não fiquei ryca, nem acabei a faculdade (ainda), muito menos consegui terminar de ler o menina má (sim), mas o ritmo de escrever todo dia para o BEDA continua em mim, vocês conseguem entender que eu quase arranquei os cabelos da minha cabeça planejando para não falhar nesse beda (cês não se importam se eu escrever tudo minúsculo, não né?) esperando que no fim saísse tudo certo e acabasse logo agora eu fico toda ressentida que acabou logo-poderia-ter-durado-mais-um-mês-a-festa-tava-boa. VOCÊS CONSEGUEM ME ENTENDER? EU NÃO!

Tudo o que eu sei é que eu ainda estou com aquela sensação de planejamento de mega festa vem os parentes tudo e não pode sair nada errado, você dá tudo de si, se irrita, chora na sarjeta porque nada vai dar certo, daí o troço acaba, passa, é sucesso e fica o que? as lembranças, a saudade, o gostinho de quero mais #mandabeda. Claro que eu poderia seguir nessa carreira solo e postar todos os dias da minha vida, mas jamais teria capacidade criativa para tanto, então para matar aquela lombriga, aquela vontade de aparecer por aqui eu voltei só para dizer inutilidades que com certeza não irão agregar nada, mas nada mesmo a sua vida (só avisando), mas que talvez (e apenas talvez) eu gostaria de deixar registrado aqui para algum dia. Ready?

Daí que a poucos dias do rock in rio começar eu voltei e ouvir tears (fazia tempo que eu não parava para ouvir as músicas deles) mas ouvir mesmo, sabe? Ouvir em looping, ouvir enquanto eu tomo banho, ouvir enquanto não faço nada e tô o que? Sofrendo! Cadê tears aqui em SP, hein??? Cadê Tears na minha vida? Tô mals! E ainda nessa mesma vibe de tears ainda voltei a ouvir queen, mais especificamente I want to break free, porque né! o que esse clipe tem de tão hipnótico? Eu não consigo parar de assistir e quando eu uno o combo tears e queen, é só sucesso! E claro, pequenos atrasos nas minhas tarefas, mas né.. prioridades, prioridades!
Resultado de imagem para i want to break free gif
CAMANÃOAMAR?

E daí que dia desses procurando por sorvete (em uma terra far, far away que aparentemente ninguém sabe o que significa a palavra sorvete) me deparei com uma loja que vende bolo no pote (bolo bem gelado, by the way) e como eu sou aparentemente bem Rubinho Barrichelo pra tudo nessa vida eu jamais tinha ouvido, visto, alguém pronunciar qualquer palavra em prol do bolo no pote (novidade, não?) aliás NEM SABIA QUE ISSO EXISTIA (tô muito desinformada?) e MANO DO CÉU melhor invenção de todos os tempos, não matou a minha vontade de sorvete porque né sorvete é insuperável, mas achei magnífico a ideia de um bolo no pote! Será que isso faz parte de mais uma manobra ~gourmetizadora~ de comidas simples? Questões!

Daí que para finalizar eu queria apenas citar duas ~descobertas~ (que não são descobertas minhas já que eu vi indicação por ai).

A primeira é essa música, eu adoro o trecho inicial dessa música, é tão maravilhosa, mas ainda não sei se eu consigo gostar dela como um todo(?). E a outra indicação que eu vi em um canal do youtube é o livro jantar secreto que eu estou lendo e estou gostando MUITO, MAS MUITO MESMO.

#Agosto: O que teve de bão?

- 01 setembro 2017 -
Daí que agosto passou, agosto acabou minha gente! E com ele o Beda (sdds, already) e eu que achei que fosse incapaz de sobreviver a mais essa fase, passei ilesa. SUCESSO. E eu que disse que não sabia quando ia voltar, se eu ia voltar (pegadinha do malandro) tô aqui de volta (não sei até quando).

Mas a verdade mesmo é que o mês que acabou de acabar dã, não teve tantas novidades assim (na vida offline) além da volta às aulas, a verdadeira glória na vida de todo e qualquer estudante. Amém. Acaba logo facul.

Assistindo: Aulas, por motivos de volta às aulas haha e também sigo na força e vontade de completar pela milésima vez todas as temporadas de inuyasha, ando perdida nos episódios já que não sobra muito tempo nessa agenda dos business, mas sou brasileira e não desisto nunca #resistência.
como não amar?

Lendo: Sigo nessa vida de leitora quase presente de 2017 tentando juntar meia dúzia de páginas lidas do menina má (que eu contei um pouco da saga em ler esse livro aqui). Engraçado é que esse ano eu estou bem desapegada dos livros do rei e não tenho lido tanta coisa dele, o que é bom, mas não bom, já que eu conheci muita coisa nova e tão boa quanto, mas ruim também porque a lista de leitura de livros dele nunca sai do lugar. ESTAREMOS PROVIDENCIANDO ISSO, SENHORA.

Ouvindo: Gente morta o tempo todo (piada infame, sorry) nada em específico, talvez Aerosmith, mas nada em looping como eu gostaria. Vida que segue.

Desejando: Ficar rica.

Adeus Beda... Até um dia!

- 31 agosto 2017 -
A verdade é que eu não tinha nada programado quando eu decidi que iria participar do BEDA, e isso faltando, sei lá, uns 3 dias para Agosto começar (!), não tinha ideia do enrosco que isso poderia ser, porque do alto do sofá da minha ignorância eu não tinha pensado que eu estava nos últimos dias de férias, tranquila e plena em casa (tá sem o tranquila e plena em casa porque eu estava de férias apenas da faculdade, mas ainda sim de férias). Não vou falar que foi fácil porque não foi nem vou falar que ~foi um grande desafio não sabia onde eu estava me metendo~ porque isso seria um grande clichê vou falar sim que foi um grande desafio onde eu não tinha ideia (literalmente) do que ia fazer porque tinha um total de 01 posts juntando poeira nos rascunhos e eu ainda teria que arrumar pauta para mais 30 (!!), e haja pauta, e haja paciência haha. Mas valeu a pena? Valeu demais! (como diria aquela música (?) que eu mal conheço e já considero pakasvaleu a pena êê valeu a pena êê acabou ai o meu conhecimento da letra dessa música (?)).
Adeus Beda, até um dia!
Vou sentir saudades? Vou! Estou aliviada que tudo acabou, mas que ano que vem tem mais? Também! Foi uma longa jornada onde eu não estive sozinha, porque muitas pessoas (que eu conheço dessa vida de internet e pessoas que eu mal sei quem são) aderiram a essa brincadeira também e foi tão legal ver o que cada um tinha para oferecer a cada novo dia de BEDA, seja uma viagem super legal, uma leitura espetacular ou apenas um dia em casa sem fazer nada. Foi TÃO bom acompanhar tudo isso. Todo dia. Tanta novidade. Em um looping de fortes emoções. Vou sentir saudades, de verdade.

No ano passado eu fui rebelde e não indiquei nenhum blog para o blog day (e me arrependo disso), mas esse ano vai ser diferente e eu vou ganhar na mega sena da virada indicar os blogs que foram verdadeiros deleites para os meus olhos, blogs que eu fiz questão de acompanhar o dia a dia de postagens fresquinhas recém saídas do forno dessa grande festa chamada BEDA.

A life less ordinary – Não sei nem quanto tempo faz que eu acompanho essa mulér, talvez desde que eu comecei com o meu espaço (ano passado, em 2013). Adoro todos os posts que ela faz, a forma tão descontraída e sensível de registrar pequenas doses diárias de cotidiano ou grandes viagens, com certeza faz o meu dia muito melhor.
Apto 401 – Não acompanho a Nicas há tanto tempo assim, mas nem seria necessário para dizer o quanto eu me identifico com o blog dela, seja pelos gostos que temos em comum, seja por compartilharmos (mesmo que ela não saiba) um amor por SP ou o amor por gatos e Japão hehe, além de que a Nicas escreve com propriedade, escreve com amor! Sinto amor (muito amor) envolvido (e muito conhecimento de causa) em cada post que ela escreve.
Beyond Cloud Nine – Já conhecia o blog da Emi, mas de fato só comecei a acompanhar ~religiosamente~ durante esse BEDA e posso afirmar que foi um dos blogs que eu mais esperava por atualizações diárias para saber quais seriam as novidades do dia. Não compartilhamos de tantos gostos, mas ainda sim não conseguia deixar de ler um post se quer ♥.
E agora, Isadora? – Vi indicação para o blog da Isadora pelo blog da Nicas e também só comecei a acompanhar nesse BEDA. Tenho lido TODOS os posts atuais e não atuais porque simplesmente fantástico, adoro o senso de humor da Isadora em contar fatos tão cotidianos de forma tão engraçada e leve, além de que me inspirei demais nos posts de decoração e gatos ♥ como não amar não é mesmo?

Então missão BEDA cumprida e has been a long journey since that que eu não sei quando, como, onde e se eu volto (aquelas dramáticas) porque né acho que eu gastei toda a minha criatividade e vocabulário em 31 dias (31 dias!!!) de postagens.
Só para não perder o costume
Bom, é isso ai! Vou ali pegar a minha nave e quem sabe um dia eu volto (MENTIRA QUE EU VOLTO TÁ?)

Até mais

Micões

- 30 agosto 2017 -
Durante todos esses anos de vida zueira da faculdade, tenho colecionado alguns bons (e outros não tão bons) perrengues ou também conhecidos como micões, nunca na minha vida tinha tido a brilhante ideia de compartilha-los por aqui ou com qualquer pessoa que seja, daí que né Cacá essa muler maravilhosa me inspirou a escrever também sobre essas pequenas desgraças cotidianas, porque o que seriam desses pequenos dramas, se não fossem compartilhados por ai ♥.

O mico mais recente foi o dia que eu tive que apresentar um projeto solo, porque o meu grupo, bem, o meu grupo sempre foi um caso a parte. Só para conhecimento de causa e melhor entendimento do que vem a seguir: vocês sabiam que o meu ~apelido~ carinhoso na faculdade é desesperada? (e isso diz muita coisa), sou o tipo de pessoa que sempre tem para ontem os trabalhos que os professores pedem hoje. Fim de conhecimento de causa, segue história. Daí que a uma semana da grande apresentação eu já tinha o projeto pronto em mãos, IMPRESSO EM UMA FOLHA A4, na verdade eram só alguns gráficos coloridos e mais um monte de informações desnecessárias MAS AINDA SIM IMPRESSO EM UMA FOLHA A4.

A fim de saber se eu estava no caminho das pedras certo, tirei a dúvida com o professor, que sim confirmou que era aquilo mesmo que ele queria, mas o que eu não esperava (COMO É QUE EU PODERIA IMAGINAR) era ter que APRESENTAR o trabalho sem nem ter estudado antes o que eu ia falar! Para uma pessoa normal, fazer uma apresentação é algo normal (NA VERDADE, PARA QUALQUER SER HUMANO DEVE SER) mas pra eu fazer uma apresentação ou falar em público é algo que certamente não é desse planeta. Logo eu, do alto da minha carteira, sentada no fundão, rodeada de carteiras a fim de me proteger fui chamada a apresentar para sala o que eu tinha feito. SUCESSO.

O caminho até o palco ATÉ O PALCO foi tortuoso devo ter derrubado além do meu óculos de grau, mais algumas porções de coisas alheias, porque eu sou dessas (mas foi tudo sem querer, tá pessoal ♥) assim que eu cheguei ao palco AO PALCO o professor me joga a seguinte responsabilidade frase: Mostre o seu trabalho para a sala, na minha cabeça soou como: mostre simba ao povo.
 CLARAMENTE EU
Daí que eu munida da folha A4 a sacudi de um lado para o outro como aquelas mulheres que apresentam a bolinha sorteada da mega sena (qual é o número sorteado, Ellen?) tudo isso em completo silêncio PORQUE EU SOU DESSAS, achando que alguém estava enxergando algo, achando que as pessoas estavam entendendo algo, porque na minha cabeça isso fazia sentido. AS PESSOAS RIRAM, mas as pessoas riram muito, o professor riu, mas eu não entendi a graça (nessa hora eu só queria sair correndo).
“Não assim”, o professor interveio, “explique para as pessoas o que você fez” (nessa hora eu só queria sair correndo).
Lá vai eu, de novo, COM UMA FOLHA A4 tentando explicar para uma sala GIGANTE o que eu tinha feito, tentando ler as letras na contra luz enquanto mantinha a folha erguida rente ao rosto, as palavras tudo ao contrário, eu falando coisas bem sem nexos, tipo hummm, então aqui ó, é, não tô enxergando nada disso. Tudo errado. No máximo a minha apresentação deve ter demorado uns 30 segundos, 1 minuto e eu já estava tão dura quanto um defunto, talvez até mais, o professor agradeceu e aplaudiu, as pessoas aplaudiram e o mundo explodiu, desci do palco e a única coisa que eu queria era ter feito como o Julius e nunca mais aparecer na faculdade.

No ano passado também nessas vibes de projeto, tivemos que desenvolver alguma coisa usando equações diferenciais, e eu como gosto de ser idiota, creepy diferentona escolhi o tema mais estranho possível: Como determinar o momento exato da morte de um indivíduo usando as tais das equações diferenciais (not kidding) o projeto em si foi  toda uma vibe de envolve defuntos em uma aula de cálculo, em uma faculdade de engenharia, em uma sala cheia de alunos. Tudo certo, porém não. Daí que era necessário apresentar as contas para uma banca de professores e como era necessário apenas uma pessoa para isso, o que fazer com o resto do grupo não é mesmo? A ideia mais mirabolante que alguém poderia ter tido era de que quem fosse apresentar (eu no caso) usasse jaleco, máscara e luvas cirúrgicas (que era para dar uma bosta bossa ao look) e que o resto do grupo se dividissem em perito, bandido e vítima, a cena deveria ser a seguinte: eu começava a apresentação e em um determinado ponto uma pessoa entrava correndo e uma outra com uma arma DE BRINQUEDO atirasse e a vítima teria que morrer DE MENTIRA, daí viria o perito e eu continuaria a partir daí explicar as maravilhas das equações diferenciais. A apresentação deu tudo certo até a parte da encenação, porque a vida meus caros ela é zueira e a zueira, ela never ends.

O menino que deveria entrar calmamente andando pela sala, entrou correndo e o menino que deveria atirar DE BRINCADEIRA entrou gritando, mas fez o seu papel, o problema é que a vítima tropeçou no palco e caiu, mas CAIU DE VERDADE, o tombo  mais bonito que você respeita e ficou lá deitado imóvel no chão representando muito bem o papel de um morto que não deveria estar tão morto e eu não sabia muito bem o que fazer pq o menino não levantou e as pessoas não se importavam e o tempo da apresentação passando e o menino lá no chão e eu estava como:  GENTE, VCS TEM NOÇÃO QUE TEM UMA PESSOA JOGADA AQUI NO CHÃO QUE NÃO ESTÁ SE MEXENDO. Segue apresentação. Fim da apresentação. Sucesso pq tiramos 10 e o menino afinal de contas só teve um galo, de nome sucesso, mas que passa bem.